Já faz quase um século que a família Bambi pensa, respira, projeta e inova na arte de extrair o melhor espresso. Os irmãos Giuseppe e Bruno Bambi lançaram a La Marzocco em 1927 na cidade de Florença, Itália.
Foi bem nesse cantinho de mundo que grandes gênios da Renascença Italiana como Leonardo da Vinci, Michelangelo, Donatello e Brunelleschi fizeram história e criaram obras de arte celebradas em todo o mundo. E isso não podia ser diferente para a La Marzocco, que carrega o brasão da cidade (o leão com o escudo) como símbolo da empresa.
Nesses quase 100 anos de história, inovou não apenas no design e layout, mas na tecnologia e inovação operacional de cada equipamento. As máquinas projetadas na horizontal (com o boiler deitado), por exemplo, são muito comuns no mundo dos cafés especiais atualmente. Essa ideia, porém, foi patenteada em 1939 pela empresa italiana.
Anos depois, os artesãos da La Marzocco definiram que duas caldeiras separadas em uma única máquina garantem a estabilidade da temperatura na hora da extração e vaporização de forma mais consistente. Nasce, então, a linha GS ou Gruppo Saturo. Uma revolução no mundo dos cafés espressos e que inspirou outras marcas de máquina a “deitarem” a máquina, facilitando o contato visual entre baristas e clientes.
A equipe formada com profissionais de diversos perfis honra essa missão da empresa ao trazer o que há de mais novo no mercado e ditar tendências, sem esquecer do elemento mais importante: o humano! Tudo é pensado para melhor atender as pessoas do café, desde o barista até o consumidor final. Seja na ergonomia das máquinas até em parâmetros essenciais, tudo para extrair o melhor do café.
É por isso que se diz que a marca continua sendo uma empresa com artesãos, com tudo feito à mão, mas sempre com foco no futuro. O objetivo é oferecer ferramentas de alta precisão que permitirão novas formas de pensar, sentir e degustar café. Se o café é bom, as máquinas La Marzocco podem ser excelentes aliadas para melhorar ainda mais a experiência do cliente com a bebida final.
Quando o maior produtor de café do mundo começou a apostar de forma séria em café de qualidade, fazia muito sentido trazer essa tecnologia para o Brasil. Foi quando a empresa Macchine Per Caffè, representada pelo alemão radicado aqui Paul Germscheid, assumiu a distribuição da La Marzocco em território brasileiro em 2005.
Poucos sabem, mas a La Marzocco nasceu pequena em 1927 com os irmãos artesãos Giuseppe e Bruno Bambi, em Florença, e recebeu originalmente o nome de Officine Fratelli Bambi (da tradução livre Oficina dos Irmãos Bambi). Ter uma marca própria de máquinas de espresso sempre foi o grande sonho desde o início.
A primeira máquina que passou pelas mãos dos irmãos Bambi foi a Fiorenza. Na época, Ascanio Galletti desenhou e encomendou 8 máquinas para Giuseppe e Bruno produzirem. Logo depois, o designer Galetti desistiu de trabalhar com máquinas de espresso, mas foi um marco para a história da La Marzocco. Afinal, foi o começo de tudo!
Florença, cidade natal da família Bambi e local de nascimento da empresa, foi consagrada ao deus da guerra “Marte” na época dos romanos. Gradualmente, o nome ficou mais popular localmente como “Marzocco”.
Com a chegada do cristianismo anos depois, a figura do deus romano “Marte” se transformou em símbolo de nobreza da cidade na figura de um leão. O famoso escultor italiano e um dos grandes artistas da arte renascentista, Donatello, esculpiu a estátua original do “Il Marzocco” entre os anos de 1418 e 1420. Nela, o leão está sentado com uma pata sustentando o brasão de Florença: il Giglio (o lírio, em tradução livre).
Inspirados pela força da escultura Marzocco de Florença, que representa a conquista das terras vizinhas na época da República Florentina, os irmãos Bambi decidem adotar o mesmo símbolo para a empresa. Para eles, adotar a imagem do Marzocco na empresa era de alguma forma “emprestar” sua força que lembra as vitórias e conquistas dos fiorentinos. Daí a razão do leão na logomarca.
Esse desejo de trazer força e conquista para a empresa surge em uma época em que poucas pessoas poucas pessoas bebiam café, lojistas não investiam e máquinas de espresso não eram tão populares. Por isso, cada venda era realmente celebrada como uma grande vitória!
A primeira máquina oficial “La Marzocco” foi desenhada e produzida por Giuseppe Bambi. Ela tinha dois grupos, água quente e a pressão do vapor eram gerados por um boiler vertical. No formato de um polígono, com 12 faixas como mostra a figura ao lado, traz em seu topo o leão feito em bronze em referência ao “Marzocco” – símbolo de Florença e da empresa.
A água quente era distribuída no café moído do grupo através de uma torneira de três vias (três aberturas que permitiam entrada e saída de água quente entre caldeira, grupo e válvula de escape da pressão) manual, localizada na parte superior do grupo. Quando não usada, a torneira permitia o escape da pressão criada no porta-filtro durante a extração do café. Produção estimada: 30 – 35 unidades.
O boiler na vertical continua em formato de polígono com suas 12 faixas, juntamente com o leão de bronze – símbolo “Marzocco” no topo. O que muda nessa versão é a adição de mais grupos. Total de 4 grupos para extração de café com torneira de três vias manuais. Produção estimada: 8 – 10 unidades.
Esse foi o ano em que a La Marzocco continua com o boiler vertical, mas apresenta mudanças significativas no design externo da máquina. Traços lineares com uma estrutura poligonal de 6 faixas, com o logo escrito “La Marzocco” em letras cubiformes e o leão em bronze no topo do equipamento.
Na parte do funcionamento, a água e pressão de vapor são gerados pelo mesmo boiler que continua de pé. O que muda são as estruturas dos grupos, que seguem a estética mais linear e mais simples de acordo com o novo estilo de design adotado naquele ano. Produção estimada: 35 – 40 unidades.
A própria imagem fala por si. A ideia de boiler vertical, dois grupos e o logo escrito “La Marzocco” em destaque na frente do equipamento continuam. O design das linhas vem mais “limpo” com linhas retas no formato de um polígono irregular de 6 faixas. Produção estimada: 25 – 30 unidades.
Esse é o último ano em que o leão fica todo imponente no topo da máquina de boiler vertical. Nessa versão, dois grupos são mantidos com água quente e vapor em um único boiler. A estética externa do equipamento conta com aspecto mais linear, reforçado pela sua base quadrada. Produção estimada: 20 unidades.
Esse ano representou grandes mudanças tanto no design da máquina quanto na parte funcional. Para manter a água quente, a fonte de energia podia ser: elétrica, gás ou carvão. Note também que o famoso "Marzocco" (o leão) em bronze perdeu seu lugar no topo, mas o logotipo escrito "La Marzocco" continua na parte frontal da máquina. Já seu design de polígono irregular se apresenta com 6 faixas.
Mesmo com essas mudanças, dá para notar que os dois grupos recebem água quente e vapor do mesmo boiler, que ainda está na vertical.
Vale lembrar que o mundo temia o início da Segunda Guerra Mundial (de 1939 até 1945) e isso afetou bastante não só o consumo de cafés espressos na Europa, bem como a produção das máquinas La Marzocco. O leão, por exemplo, que sempre vinha em bronze começou a ser fundido em alumínio. Essa foi uma época em que os metais estavam muito caros e os irmãos Bambi tiveram que usar a criatividade para manter a produção. Produção estimada: 15 – 20 unidades.
Em busca de soluções completas para o serviço de bebidas e de bar, os irmãos Bambi pensaram em alguns produtos sob encomenda que ajudariam a rotina de seus clientes. É por isso que a La Marzocco lançou um espremedor de frutas com design do fim da década de 1930.
Note que a criatividade de Giuseppe e Bruno vai muito além das máquinas de espresso!
Grandes mudanças aconteceram no design das máquinas de espresso La Marzocco esse ano. Pode-se dizer que a Marus foi um marco não apenas para a empresa, mas para todo o mercado de cafés no mundo.
Foi exatamente no dia 25 de fevereiro de 1939 que Giuseppe Bambi registra a patente número 372525 para a primeira máquina de espresso com o boiler horizontal. Ela fica mais simples e seu design foi melhorado para facilitar a interação do barista com seus clientes. A máquina fica "deitada" do jeito que conhecemos hoje graças à La Marzocco!
Infelizmente, a empresa não tem nenhuma dessas máquinas e nem fotos. Os arquivos La Marzocco em Florença, Itália, contam com o projeto (os desenhos) das peças em alumínio fundido que estão guardados e assinados com a patente.
A máquina Eureka, desenhada pelos irmãos Bambi logo após a Segunda Guerra Mundial, é lançada um ano depois da revolução da Marus e seu boiler deitado. Nessa época, o funcionamento era parecido com as versões mais antigas: vapor e água quente são gerados pelo mesmo boiler.
Nesse lançamento, os irmãos Bambi desenvolveram um sistema mecânico notável de distribuição com 3 vias para a água (água, vapor e ralo). As válvulas mecânicas empurram dois botões concêntricos (botões e válvulas usam o mesmo eixo), deixando o design bem ergonômico. Produção estimada: 600 – 700 unidades (2, 3 e 4 grupos).
Desenhada por Giuseppe Bambi, a inovação de trazer uma máquina de um grupo da série Eureka para os salões de restaurantes é a prova de que a La Marzocco sempre esteve preocupada em atender as necessidades do setor de gastronomia.
Seguindo o modelo do “carrinho de queijos” tão conhecido em restaurantes franceses tradicionais, por que não apostar num carrinho com uma máquina de espresso para servir café e drinks depois da refeição?!
A ideia de extrair e servir café na frente dos clientes foi bem inovadora para a época.
Começa a era das máquinas de espresso de pistão e a La Marzocco lança sua versão que atinge cerca de 13 bars de pressão, mudando o sistema tradicional de extração.
Nela, o sabor final na xícara muda e, pela primeira vez, a crema – tão aclamada até nos dias de hoje no espresso – é a primeira aparecer durante a extração. Produção Estimada: 150 – 200 unidades (dois grupos).
A série Mondial representa a introdução do globo no logotipo da marca em volta do leão, que está gravado no aço inoxidável da máquina. A arte do logotipo é caracterizada pelos “anéis de xícaras de café” em diagonal, que dá a ideia de que dá voltas do planeta Terra.
Ela tem três grupos e seu funcionamento continua sendo no sistema de pistão. Produção Estimada: 100 – 150 unidades (3 grupos).
Seguindo a linha da Mondial, essa segunda rodada apresenta pela primeira vez no mercado uma máquina de 4 grupos no sistema de pistão. Produção Estimada: 30 – 35 unidades (4 grupos).
Feita com um grupo, ela faz parte de uma série de máquinas de pistão da linha National e Mondial com opções com 2, 3 e 4 grupos. A Rondine seria brevemente substituída pelo modelo Comet, o qual era mais adequado para a linha de produção padronizada. Produção Estimada: 400 unidades (ao longo de um período de 5 anos).
Você se lembra que a La Marzocco lançou um espremedor de frutas lá em 1938?! A preocupação em oferecer as melhores soluções para bares e restaurantes continua e, no ano de 1954, a marca lança um dos primeiros liquidificadores com o copo feito em cristal (sim, você leu certo!) e lâminas em aço inox.
Nessa época, esse tipo de equipamento era produzido com vidro normal e lâminas de latão pela concorrência. Por essa razão, nosso acessório extremamente versátil ficou conhecido como o Liquidificador Higiênico. Produção Estimada: 100 unidades.
A Aurum traz automação para a tecnologia de máquinas de espresso de pistão. Conectada em um motor elétrico, o pistão de infusão levanta-se e é pressionado durante a infusão em uma superfície 6 vezes maior via pressão do vapor gerado pela caldeira. Ou seja, a pressão normal de máquinas de espresso da época (que era de 1.5 bars dentro do boiler) vai para nossos conhecidos 9 bars de pressão já no pistão. Produção Estimada: 100 – 120 unidades (de 3 – 4 grupos).
Essa é a primeira vez em que a La Marzocco pensa em embutir parte da máquina no balcão da cafeteria ou restaurante, algo que evolui anos depois para nossa famosa ModBar. Na Alba, parte da máquina fica “escondida” dentro do balcão como mostra a foto e a parte superior (que seria o espaço para manter as xícaras quentes) vira área de suporte para servir a bebida para os clientes. Produção Estimada: 60 – 70 unidades (3 – 4 grupos).
Com o design futurista, o primeiro moinho de café da La Marzocco tinha um dosador e não deixava vestígio de café entre o moinho e o container que recebia o café moído. O moinho recebeu o nome de Disco Volante, da tradução livre do italiano que significa Disco Voador. Produção Estimada: 200 unidades.
Com a série Olimpia, o logotipo em formato de globo evolui em um design de forma que os “anéis da xícara de café” são substituídos pelo nome da empresa, “La Marzocco”. Produção Estimada: 300 – 450 unidades (de 2, 3 e 4 grupos).
A única produzida no mundo com 6 grupos, foi projetada para ficar na “quina” do balcão das cafeterias, bares e/ou restaurantes. Assim, 3 grupos em cada lado para melhorar ainda mais a interação entre baristas e clientes.
Seu funcionamento era basicamente o mesmo que as lançadas previamente pela La Marzocco, o que mudou foi apenas como os grupos estavam organizados no mesmo equipamento.
Essa máquina única foi instalada no Bar Bruzzichelli em Piazza Duomo, Florença, Itália. Produção Estimada: 1 unidade de 6 grupos.
Também conhecida como Micromarzocco, essa foi a primeira máquina de espresso desenhada para o uso doméstico. Portanto, podemos dizer que essa seria um projeto que veio antes da famosa Linha Home da La Marzocco. A “antepassada” da linha Linea Mini e GS3, super populares nas casas dos amantes de espresso!
Seu funcionamento era um pouco diferente quando comparado com a linha de uso profissional. Essa máquina de um grupo foi construída para receber aquecimento elétrico ou de pequenos fogareiros (estilo réchaud de buffet). Produção Estimada: 100 unidades (1 grupo).
Máquina de espresso com hidro-compressão automática. Produção Estimada: 500 – 600 unidades (de 2, 3 e 4 grupos).
Máquina de pistão de um grupo. Produção Estimada: 500 unidades.
Máquina de espresso com hidro-compressão automática com opções de 1, 2, 3 e 4 grupos. Produção Estimada: 1.600 – 1.800 unidades.
Em 1968, o moinho dosador com ajustes micrométricos de moagem Vulcano ganhou um prêmio na exposição 14th Triennale di Milano. O projeto de moinho especial para espresso foi assinado por Giuseppe Bambi. Produção Estimada: 450 unidades.
Duas grandes inovações foram um marco para a indústria de máquinas de espresso nesse ano: Os artesãos La Marzocco foram os primeiros a separar a água quente da extração de café do vapor usando duas caldeiras independentes. Fora isso, ainda acoplaram a estrutura dos grupos diretamente no boiler de água de extração. O que isso significa?
CALDEIRAS INDEPENDENTES:
ao separar as caldeiras, a La Marzocco consegue manter
padrão de temperatura tanto para os cafés espressos quanto da água quente/vapor
usados para o leite ou chá. Não importa o volume de cafés extraídos em pouco tempo,
a máquina consegue sempre manter a mesma temperatura.
GRUPO SATURADO:
por estar conectado diretamente a caldeira de água de café, a água
ocupa todo o espaço dentro da caldeira e dentro da estrutura do grupo. Isso faz com que
a água sempre fique na mesma temperatura e não perca nenhum grau do caminho do
boiler para o porta-filtro.
Foi em 1970 que a La Marzocco começa a nova série GS com inovações que melhoram a estabilidade térmica das máquinas. As letras “GS” vem do italiano “gruppo saturo” ou grupo saturado da extração”. Desde então, todos os equipamentos da marca contam com a tecnologia de duas caldeiras e grupo saturado.
Seu funcionamento se dá com hidro-compressão automática. Diferentes versões com diferentes sistemas de inicialização foram produzidas posteriormente – tanto manuais quanto com válvulas solenoides (= elétricas). Neste último caso, a extração podia ser controlada por meio de um interruptor liga-desliga ou controlada por um temporizador. Produção Estimada: 2.200 – 2.400 unidades (1, 2, 3 e 4 grupos).
Produzido com a tecnologia da linha GS, seu painel foi desenhado com vidro Murano brilhante. Trata-se de uma peça única no mundo! Produção: 1 unidade.
O menor projeto de máquina produzida pela La Marzocco até 1980. Com projeto de 30x30x40cm, ela tem duas caldeiras e foi desenhada para extração semi-automática (contínua) e foi criada para balcões com largura limitada. Era ideal para espaços compactos. Produção estimada: 50 unidades.
No começo dos anos 1980, a La Marzocco redesenhou toda a estrutura externa do modelo GS, o que resultou na criação da GS/série 2. Com funcionamento parecido com a GS original e a estrutura melhorada, automação se transformou na função chave para as máquinas de espresso tradicionais no meio da década de 1980. Especialmente para regular a quantidade de café extraído dentro da xícara. Na verdade, essa foi uma solução anterior à integração de timers (cronômetros) para controlar o tempo de extração.
Parte das inovações da GS/2, os grupos dessa máquina semi-automática (contínua) não ficam expostos. Eles são cobertos dentro de uma estrutura coberta. Diferentes modelos foram criados e a últimas versões deram abertura para máquinas de dosagem volumétrica em vez de dosar automaticamente o café preparado com um temporizador.
Esta máquina apresentava um corpo de latão personalizado e foi produzida usando o mesmo chassi e componentes mecânicos usados no GS/2. Além disso, este modelo de edição limitada apresentava um espaço que proporcionava um segundo rack para armazenar e aquecer xícaras de porcelana. Produção: 3 unidades, todas produzidas para o mesmo cliente em Florença, Itália.
A série de máquinas Linea é introduzida, incluindo recursos de estabilidade térmica padrão com o design clássico de aço inoxidável que continua popular até nos dias de hoje. A série original foi feita em aço inoxidável com uma base na cor vermelha. A Linea foi construída na plataforma GS/2 e estava disponível com válvulas solenóides e botões on-off (liga-desliga) or com dosagem volumétrica automática para a extração do café. Produção Estimada: 1.200 – 1.500 unidades (1, 2, 3 e 4 grupos).
Essa máquina com estrutura de latão moldado manualmente usando o mesmo chassi e componentes mecânicos da Linea foi construída para um grupo seleto de clientes importantes em Florença, Roma e outros países. Produção Estimada: 5 unidades (3 grupos) e 3 unidades (4 grupos).
A clássica e queridinha de profissionais de café em todo o mundo! Milhares de Lineas foram produzidas e vendidas em diversos países. Essa é, mais do que qualquer outro modelo, aquela que identifica a empresa e a marca La Marzocco no mundo.
Desenhada como a Linea original, mas com a base na cor preta. Essa nova versão foi introduzida com uma série de novos componentes. Esse modelo foi produzido durante tres décadas!
Essa máquina foi projetada para ser a versão mais moderna da GS anterior. Ela foi criada pelo designer holandês Kees Van Der Westen e apresentanda na feira HOST Expo em Milão, Itália. Seu funcionamento é o mesmo a Linea e o logo original da La Marzocco foi originalmente jateado em areia nos painéis laterais de vidro. Produção Estimada: 116 unidades.
Essa versão mais recente da Linea foi lançada para celebrar o aniversário de 70 anos da marca la Marzocco. É equipada com uma estrutura elegante e que pode ser produzida praticamente em qualquer cor. Foi apresentada ao mercado como FB70. Produção Estimada: milhares foram produzidas e vendidas em todo o mundo.
Esse é o segundo moinho La Marzocco lançado no começo dos anos 2000 durante a feira SCAA (atualmente a SCA) em São Francisco, Estados Unidos. Nele, existe o recurso de incorporar moagem direta e dosagem no porta-filtro juntamente com compactação automática. Trata-se da primeira patente de moinho apenas para espresso!
O moinho Swift foi premiado como “Melhor Novo Produto” da feira e lodo depois, milhares foram produzidos e vendidos no mundo.
A nova versão da Mistral também é projetada pelo designer famoso Kees Van Der Westen e fabricado em Florença, Itália, na fábrica da La Marzocco. A edição revisitada conta com a tecnologia da FB80 e GB5, fazendo com que a máquina de espresso seja única no design e na tecnologia mais sofisticada.
A GB5 foi exibido pela primeira vez durante a feira Host em Milão em 2005 e foi comercialmente lançada durante a feira da SCAA (atual SCA) em Seattle, Estados Unidos. Este modelo apresenta eletrônicos mais sofisticados e uma estabilidade térmica aprimorada. Sua estrutura externa em aço inoxidável foi todo desenhada por Piero Bambi.
Quando comparada com modelos anteriores, ela traz diversos avanços tecnológicos como o sistema de pré-aquecimento e regulagem PID (Proporção, Integral, Derivativo). Fatores que permite mais precisão térmica dentro da máquina de espresso.
Pensando em ergonomia, essa máquina também facilitou a operação do barista diminuindo o movimento das mãos para abrir a manopla de vaporização do leite. O nome GB5 é uma homenagem para a esposa de Piero, a Giovanna Bambi. Produção Estimada: milhares de GB5s foram produzidas e vendidas em todo o mundo.
A primeira unidade foi produzida para o Campeonato Mundial de Baristas em Bern, capital da Suíça. Equipada com uma carenagem personalizável, a FB80 foi projetada por Piero Bambi e lançado comercialmente em celebração aos 80 anos da La Marzocco. Trata-se de uma máquina de espresso com a tecnologia da GB5 com a estética/design pensado para celebrar essa data importante da marca. Produção Estimada: Milhares de FB80 foram produzidas e vendidas em todo o mundo.
Bem compacta, essa máquina lembra esteticamente a lendária série GS e conta com a mesma tecnologia usada na GB5 e FB80.
A GS3 foi apresentada oficialmente na HOST Expo em Milão, Itália.
A Strada inaugura mais uma inovação da La Marzocco. Nela, o barista consegue ter controle absoluto e direto na pressão em qualquer momento da extração pela primeira vez na história!
Seu projeto foi definido a partir de insights de diversos especialistas da indústria do café e traz uma tecnologia de pressão inédita durante a feira da SCAA (atual SCA) em abril de 2009, na cidade de Atlanta – Estados Unidos.
Uma nova família de moedores de café espresso que reúne o design distinto da La Marzocco com a tecnologia da Mazzer. Piero Bambi se inspirou no moinho original Vulcano – que foi projetado pelo seu pai – e trouxe uma versão revisitada para o século XXI.
Foi nesse ano que a marca La Marzocco lançou seu próprio evento na Itália, chamado Out of the Box (tradução livre – Fora da Caixa) em outubro de 2009. Foi nesse evento exclusivo que o moinho Vulcano foi apresentado oficialmente para o mercado.
Projetada por e nomeada em reconhecimento a Piero Bambi, a Linea PB foi lançada nos EUA e em Londres na primavera de 2013. Remetendo à Linea Classic, a Linea PB apresenta um software com hardware relacionado de interface proprietário, flexível, fácil de usar e exclusivo, idealizados pela La Marzocco.
Trata-se da versão mini da mais icônica máquina de espresso comercial, a Linea Classic, redesenhada para cozinhas e escritórios. Ideal para espaços pequenos, ela conta com a mesma tecnologia da versão original: duas caldeiras, grupo saturado, pré-infusão programada e é otimizada para o uso em casa, considerando seu reservatório de água embutido, necessidades de energia padrão para eletrodomésticos e seu espaço ocupado na bancada compacta.
Em busca de mais inovações, a tecnologia de balança na bandeja da máquina foi patenteada e lançada em 2015. Essa opção pode ser instalada nos modelos atuais da La Marzocco, mas foi na Linea PB que o mercado conheceu essa tecnologia pela primeira vez.
Água com altas quantidades de minerais pode ser um grande problema para as máquinas de espresso e, consequente, na qualidade da extração do café. Pensando nisso, a La Marzocco lançou o produto OSMO em 2015, que funciona como um sistema de tratamento de água de osmose reversa de 3 estágios.
Com essa tecnologia, a água é tratada independentemente da qualidade da água local. Assim, facilita a extração de um espresso de alta qualidade a ajuda a manter o equipamento em condições ideais de trabalho.
A linha Strada ganha inovações em 2015 e traz novos recursos para baristas facilitando, assim, a repetição exata de receitas em ambientes de alto volume.
Foi nessa versão também que a La Marzocco introduzio o vaporizador a toque frio, também chamado em inglês de Performance Touch Steam Wand. Nele, o haste do vaporizador não esquenta mais e evita possíveis queimaduras do barista.
No 90º aniversário da La Marzocco estreou o tão esperado Leva, um modelo revolucionário que reinventou a tecnologia e o design de uma máquina de espresso acionada por alavanca como nunca antes. Trata-se de uma máquina de alta tecnologia aliada à tradição das alavancas que garante estabilidade térmica, visualização da pressão em tempo real e pressão de mola ajustável. Primeiro foi lançado uma edição especial de 90 anos e depois os modelos Leva X e Leva S.
O primeiro e revolucionário porta-filtro de encaixe reto foi introduzido na máquina KB90. Esse recurso inovador eliminou a torção do anel de baioneta, reduzindo em até 12 vezes as chances de desenvolvimento de uma lesão comum, chamada Pulso de Barista.
A KB90 apresenta uma inovação pela primeira vez: Flush de limpeza do grupo de cafe automático apôs cada extração. Liberando automaticamente vapor e em seguida uma água quente pela saída do grupo garantindo uma limpeza constante do grupo de espresso durante a operação.
A história da GB5 começa lá em 2005 e sua segunda geração, lançada em 2020, carrega o espírito da linha GB5: uma máquina focada no design clássico europeu, aliada a um desempenho de ponta. Essa versão conta com a tecnologia, peças eletrônicas e software 100% La Marzocco. O novo GB5 S apresenta uma identidade visual renovada que moderniza a máquina sem sacrificar a aparência, a sensação premium ou a elegância dinâmica. O GB5 X é projetado com um estilo tradicional europeu e é dedicado a locais que valorizam a estética clássica, mas que ainda exigem o mais alto nível de desempenho.
A Linea PB Comet é a primeira máquina personalizada criada pela Officine Fratelli Bambi, a marca da La Marzocco dedicada à fabricação de modelos sob medida e desenho único. Apresentada ao público em 2021, ela combina a mecânica da Linea PB com uma carroceria feita manualment por artesãos altamente especializados, inspirada no design da histórica La Marzocco Comet.
O Wally Milk foi introduzido em 2021 como um acessório especialmente projetado para vaporizar leite com facilidade e precisão. Compatível com todos os modelos La Marzocco e Modbar, ele é equipado com um mecanismo de inclinação automática que mantém a jarra no ângulo correto, imitando os movimentos de um barista. Seus sensores e o software proprietário garantem um leite perfeitamente vaporizado dia após dia, permitindo que o barista se concentre nos clientes.
A Linea Classic S foi apresentada em junho de 2022 como a evolução do modelo mais antigo da La Marzocco. Tornada ainda mais confiável e fácil de usar, graças a trinta anos de feedback fornecido por baristas de todo o mundo, a Linea Classic S é compatível com o Pro App e está equipada com um temporizador de extração que ajuda os baristas a se concentrarem apenas nas coisas mais importantes.
A Linea Micra foi lançada em 2022 e é a primeira máquina projetada exclusivamente para uso doméstico. Apresentando a qualidade típica da La Marzocco em um tamanho ultracompacto, o novo membro da linha Home facilita para baristas caseiros e entusiastas do espresso prepararem um excelente café no conforto de sua cozinha em casa, alcançando a temperatura ideal para o espresso em apenas cinco minutos.